sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Auto do Cantar dos Reis


Revista Xarabanda n.º 18


Foto Rui Camacho. Revista Xarabanda.














Auto do cantar dos Reis





O fabrico dos bolos de mel na Calheta


Revista Xarabanda n.º 5, 1994















O fabrico dos bolos de mel na Calheta

Atividade pedagógica: Exposição Arquivo Regional da Madeira: Memórias do Natal

JOGO: Teste os seus conhecimentos



Question #1: Tradicionalmente, nas zonas rurais, o que é que os afilhados devem oferecer aos padrinhos no Natal?


Question #2: Qual o acontecimento natalício com mais afluência na Madeira?


Question #3: Qual é a designação mais conhecida do presépio madeirense?


Question #4: Em que altura do ano inicia-se a matança do porco para a “Festa” do Natal?


Question #5: No Natal madeirense qual a carne essencial nos pratos mais populares?


Question #6: De que ano é a primeira referência documental sobre Natal no acervo do Arquivo Regional da Madeira?


Question #7: Qual o cartaz turístico mais importante da ilha da Madeira?


Question #8: Desde o dia 16 de Dezembro até à véspera de Natal quantas missas são celebradas?


Question #9: A quadra natalícia incluía na Madeira um espaço dedicado ao circo e diversões. Como era conhecido?


Question #10: Nas oitavas de Natal, no campo, ninguém trabalhava. Quem efetuava esse controlo?


Question #11: Na Madeira, a que data corresponde a Noite de São Silvestre?


Question #12: Que Santo está associado ao “varrer dos armários”?


Alberto Artur, O Natal na Madeira - Quando eu era estudante, 1951


Das Artes e da História da Madeira, n.º 9, vol. II, Novembro e Dezembro de 1951


ARM, acervo do Dr.º José Pereira da Costa. Anos 60.

















O Mercado só, era pouco, em espaço, para conter a folia das mercas. improvisados mercados se patenteavam, nos largos mais espaçosos, pelo tabuleiro das pontes, pelos muros das ribeiras...


O Natal na Madeira - Quando eu era estudante

Alberto Vieira. A Festa e ao Fim do Ano


Disponível na Internet em http://www.madeira-edu.pt/LinkClick.aspx?fileticket=J__jU8Ow98g%3D&tabid=1696&language=pt-PT


Última noite do ano. ARM, , Coleção de postais, anos 30.


















Foi a partir da década de trinta do século que começou a ganhar maior importância esta manifestação festiva, uma vez que em 1932 foi criada uma Comissão das festas da cidade, que tinha por missão coordenar todas as suas actividades de diversão. A partir daqui os festejos,
apoiados pelos comerciantes da cidade, ganharam uma nova dimensão na passagem do ano da  cidade. A manifestação espontânea de populares e hotéis no lançamento do fogo-de-artifício, que já em 1911 era usual, passa a estar subordinada a esta estrutura que paulatinamente a transformou no maior cartaz turístico da cidade e da ilha.



J. Sousa Coutinho, O Natal na Madeira (estudo etnográfico), 1955


Das Artes e da História da Madeira, n.º 19 e 20


ARM, Coleção de postais, 7362.





















Profundamente crente, o madeirense não se contentou com celebrar o Natal reunindo a família em alegre e farta consoada, envergando fato novo e domingueiro, descansando pacatamente em casa das lides quotidianas, ornando uma Árvore do Natal, com muitos e ricos brinquedos, ou armando um frio presépio, para gáudio dos miúdos, somente. Foi mais além. Deu largas à sua fé e acrescentou, desde tempos recuados, aos ofícios litúrgicos do dia, um folclore cristão cheio de piedade e beleza, que muito honra a ilha e, bem compreendido a própria fé.


O Natal na Madeira (estudo etnográfico)


Presépios e Meninos Jesus de ontem e de hoje



DRAC, dezembro de 1986 a janeiro de 1987.


Acervo bibliográfico do ARM, A Lapinha do Caseiro























Raras eram as casas que na "Festa" não tinham as suas "lapinhas" executadas nas mais diversas formas e materiais, tendo no entanto em comum uma identificação com  a própria orografia da ilha. 



segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Nelson Veríssimo - O Natal madeirense



Povos e Culturas, n.º 11, 2007


Nascimento de Cristo,
Acervo bibliográfico do ARM,
Coleção de livro antigo






















Não se resume ao dia de Natal a festa dos madeirenses. As vésperas, as oitavas e os feriados até ao dia de Reis ou o Santo Amaro constituem a Festa (Vaz, 1958: 38)



Ritual foi cumprido na Primeira Lombada


Revista Xarabanda n.º 11, 1997.

Matança do porco. Calheta. Anos 60.
ARM, acervo bibliográfico do Dr. José Pereira da Costa

















Ritual foi cumprido na Primeira Lombada