Das Artes e da História da Madeira, n.º 19 e 20
| ARM, Coleção de postais, 7362. |
Profundamente crente, o madeirense não se contentou com celebrar o Natal reunindo a família em alegre e farta consoada, envergando fato novo e domingueiro, descansando pacatamente em casa das lides quotidianas, ornando uma Árvore do Natal, com muitos e ricos brinquedos, ou armando um frio presépio, para gáudio dos miúdos, somente. Foi mais além. Deu largas à sua fé e acrescentou, desde tempos recuados, aos ofícios litúrgicos do dia, um folclore cristão cheio de piedade e beleza, que muito honra a ilha e, bem compreendido a própria fé.
O Natal na Madeira (estudo etnográfico)
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